Direito ao sonho e à emoção de (ser) tão artista: luta pela efetivação dos direitos humanos nas veredas da arte
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Ministério Público Federal
Resumo
Nas trilhas das veredas do primeiro capítulo, as vinte e uma artistas nos ensinam os sofrimentos, as opressões, as marginalidades, as invisibilidades vividas em seus grandes sertões, representados pela “zona de não-ser”, por uma zona colonial, extrativista, exploradora e opressora. Ao seguir a caminhada, aprendemos como as artistas, pelos seus sonhos e emoções, têm construído novos repertórios de vida pela e com arte. E, no terceiro capítulo, um dos achados desse estudo, o direito ao sonho e à emoção acaba se revelando, além de conceito, um método de pesquisa, uma intervenção artística na ONU, no legislativo e noutros espaços de poder, um caminho de produzir arte e de atuar em prol dos direitos humanos.
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Nota
Acesso concedido aos públicos interno e externo.